Olá,
A novidade foi escrita hoje, mas é sobre nossa primeira segunda-feira do ano que foi super marcante!
Marinah teve retorno com o Dr Eduardo Palandri (novo pediatra após o super vírus, que já contei aqui e que na verdade foi um primo da Roséola e não exatamente a Roséola, depois explico melhor*...), e ficamos muito felizes com o resultado!!
Na primeira consulta (09/12/2011) ela estava com 9,300 kg, ou seja, tinha perdido um pouco mais de 600 gr em 10 dias... Muito preocupante... E ainda uma otite média do ouvido direito.
Ele solicitou exame de sangue, e receitou dois tipos de vitaminas (Endofolin e Protovit) e mais antibiótico...
Depois de uma semana voltamos com resultados do exame de sangue... Ele nos explicou que deu hipocromia discreta, que é quando as hemácias perdem coloração devido a falta de ferro, o que pode causar anemia.
Então logo falei que ela tem muita dor de barriga se toma o complemento oral de ferro, e ele então me tranquilizou e disse que faríamos reposição com alimentação...
Indicou miúdos de frango, fígado bovino (eca, vocês podem imaginar?? é horrível!! Ainda bem que foi minha mãe que fez... E ela come "de gosto"... Tadinha...), muitas folhas verdes escuras, feijão, e um detalhe da época da nossa vó, tudo feito em panela de ferro. Até fizemos uma campanha na família e agora Marinah tem 3 panelas de ferro...
E o resultado está sendo excelente!! Na segunda-feira Marinah estavam com 10,300 kg e com 78 cm!! Exatamente 1 kg e também 1 cm em menos de 1 mês, e a cor da pele, dos lábio já melhorou... E o Tio Eduardo ficou muito feliz e nós também!!
Isso prova que Deus é fiel, e que o trabalho da nossa equipe unida ( Dr Eduardo, mamãe, vovó, vovô, Marinah) funciona muito bem!!!
E ele ainda nos deu a notícia que a partir desse peso e dessa altura ela já não está mais na linha de crianças prematuras, mas sim de crianças que nasceram com peso ideal.
Nossa próxima visita será daqui só 5 meses... que benção!!!
*P.S.: sobre o vírus primo da Roséola é o seguinte... O Dr Eduardo é um Pediatra Infectologista muito, muito experiente e conceituado, e explicou que o vírus que a Marinah teve começa com conjutivite, dá amigdalite e otite, e exantemas na pele (manchas rosadas tipo Roséola) após uso de antibiótico Amoxilina, que foi o indicado no Pronto Atendimento Infantil... Qual era o vírus nós não conseguimos descobrir porque o laboratório que fez o exame de sangue não guardou o soro do sangue dela corretamente, e não conseguiria fazer a análise sem furá-la novamente. E ele muito sabiamente, disse que não precisávamos picá-la de novo, que o nome do vírus já não era mais importante, ela já está recuperada!!!
Grande abraço,
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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
3
A "Garota" Pintadinha...
Olá!!
Sei que esse post deveria ser a continuação de nossa viagem para Jaraguá do Sul, mas terei que escrever sobre a nossa terrível semana...
Chegamos no domingo e já tivemos que levá-la ao Pronto Atendimento, conjuntivite.
Acreditei então que minha maior dificuldade da semana seria pingar o colírio em um bebê de 1 ano e 4 meses, que é super sapeca... Engano meu!!!
Terça-feira: febre, febre... madrugada toda acordada, muita febre... ela até delirou... Agora consigo rir disso!!
Quarta-feira: ainda muita febre... vamos ao PA novamente, a pediatra de plantão a examinou e constatou febre de 39,5 (teve até que tomar sua primeira injeção de Dipirona, para que a febre abaixasse rapidamente e foi terrível, acreditem!), amidalite (não é comum em crianças da idade dela, mas até nisso é precoce), e otite... Dá-lhe antitérmico, antibiótico por 10 dias e banho, muito banho.... Mas, você já tomou banho com febre?? É horrível!!! Imagine então o escândalo da minha pequena a cada banho???
Quinta-feira e sexta-feira: ainda sem apetite, muita febre, sem dormir, muito choro... A orientação da pediatra era que se sábado ainda tivesse febre deveríamos voltar para reavaliação...
Sábado: sem febre (uhulll!! vencemos!!), mas muitas, muitas pintinhas pelo corpo (ninguém avisou que poderia piorar a semana?? ).
Uma vizinha veio nos visitar, e como mãe mais experiente disse: ROSÉOLA!! Então tenho que ir novamente ao PA? Sim, mãe... novamente...
Fomos e a notícia foi: ROSÉOLA SIM!! E tudo o que aconteceu com ela durante a semana foi causado pelo vírus da Roséola antes da erupção...
E para te ajudar a reconhecer a Roséola, aí vai uma dica de um pediatra...
O que é Roséola Infantil?
Roséola infantil, também conhecida comoexantema súbito, febre dos três dias ou sexta doença, é uma doença infecciosa aguda típica da infância , contagiosa, que afeta lactentes ou crianças pequenas e causa o surgimento de febre alta durante 2 a 3 dias, e, posteriormente uma erupção cutânea (manchinhas na pele) de início súbito, causada por um vírus da família do vírus herpes .
Ela é frequentemente confundida como “alergia a antibióticos”, pois, como gera febre alta e persistente nos primeiros dias, muitas vezes é prescrito antibióticos a criança com Roséola Infantil por médicos inexperientes, ou por pressão da família, no período febril. Como a febre passa espontâneamente em 2 a 3 dias de doença, e, aparece o exantema (manchas), as pessoas atribuem as manchas ao antibiótico e não a doença.
Qual é a idade de aparecimento habitual da Roséola Infantil ?
A Roséola Infantil é uma doença típica da infância, que ocorre quase sempre entre os seis e os doze meses de idade, com alguns casos mais raros no segundo ou terceiro ano de vida. Devido à protecção conferida pelos anticorpos maternos, que atravessam a placenta, a Roséola Infantil é uma doença muito rara antes dos três meses de idade, a partir dos quais há uma perda progressiva desta imunidade, tornando-se a criança susceptível à infecção.
A Roséola Infantil é uma doença contagiosa ?
Sim, a Roséola Infantil transmite-se pelo contacto com outras crianças infectadas . O contacto com vírus dá habitualmente imunidade permanente (protege de novas infecções ), mas há casos , embora raros , de segunda infecção na mesma criança, que parece resultar da reactivação de uma infecção latente .
Ao fim de quanto tempo após o contacto com uma criança com Roséola Infantil aparece a doença , se houver contágio ?
O período que decorre entre o contacto com uma criança infectada e o aparecimento da doença ( período de incubação) é de uma a duas semanas aproximadamente, embora seja difícil de determinar porque os contactos não são fáceis de identificar (pensa-se que o período de maior contágio é o período febril em que ainda não há diagnóstico, porque a febre é o único sintoma).
Quais são as manifestações da Roséola Infantil?
A Roséola Infantil tem um início repentino com o aparecimento de febre alta (39.5º/40.5º), diminuição do apetite e irritabilidade associados à febre, sem outros sintomas. A febre alta mantém-se durante três a quatro dias , havendo um contraste entre a intensidade da temperatura e o aspecto da criança que não aparenta estar gravemente doente, ou seja, ela brinca nos intervalos da febre. Ao terceiro ou quarto dia de doença a febre , até aí elevada, desce rápidamente e desaparece, podendo excepcionalmente manter-se por mais um ou dois dias. Coincidindo com a descida ou desaparecimento da febre surge uma erupção na pele, que se espalha do tronco para o pescoço e para os membros superiores, e, em menor intensidade em face e os membros inferiores. A erupção é constituída por pequeninas manchas de cor rosada (máculas), por vezes ligeiramente salientes (pápulas), que se atenuam com a compressão e desaparece um ou dois dias depois de ter surgido, sem deixar marcas.
A Roséola Infantil tem complicações?
Habitualmente a Roséola Infantil é uma doença de evolução benigna, que cura sem complicações, com exceção para as convulsões que podem ser desencadeadas pela febre elevada, característica da doença (mas aí, tem que haver tendencia da criança e história familia de crises convulsivas febris).
Como se faz o diagnóstico de Roséola Infantil?
O diagnóstico de Roséola Infantil é feito com base nos sintomas e sinais apresentados e coincide em geral com o fim da doença, pois, é o aparecimento da erupção (manchinhas) no momento em que há remissão da febre anteriormente elevada que orienta o médico.
Qual é o tratamento da Róséola Infantil?
O tratamento da Roséola Infantil é apenas sintomático (controle da febre), visando o conforto da criança e a prevenção de eventuais convulsões febris (em crianças predispostas). A aspirina não é administrada a crianças, pois ela aumenta o risco de síndrome de Reye.
Fonte: Blog Dicas do Pediatra Paulo Fontella Filho
E olha ela aí com ROSÉOLA...
Mesmo dodói ela ainda faz essa cara mais linda do mundo!!
Ela acabou de acordar e a novidade é... sumiu tudo!!!
Obrigada Deus!!!
E um agradecimento especial ao meu marido, aos meus pais, amigos e vizinhos pela grande força!!
Abraço,
Sei que esse post deveria ser a continuação de nossa viagem para Jaraguá do Sul, mas terei que escrever sobre a nossa terrível semana...
Chegamos no domingo e já tivemos que levá-la ao Pronto Atendimento, conjuntivite.
Acreditei então que minha maior dificuldade da semana seria pingar o colírio em um bebê de 1 ano e 4 meses, que é super sapeca... Engano meu!!!
Terça-feira: febre, febre... madrugada toda acordada, muita febre... ela até delirou... Agora consigo rir disso!!
Quarta-feira: ainda muita febre... vamos ao PA novamente, a pediatra de plantão a examinou e constatou febre de 39,5 (teve até que tomar sua primeira injeção de Dipirona, para que a febre abaixasse rapidamente e foi terrível, acreditem!), amidalite (não é comum em crianças da idade dela, mas até nisso é precoce), e otite... Dá-lhe antitérmico, antibiótico por 10 dias e banho, muito banho.... Mas, você já tomou banho com febre?? É horrível!!! Imagine então o escândalo da minha pequena a cada banho???
Quinta-feira e sexta-feira: ainda sem apetite, muita febre, sem dormir, muito choro... A orientação da pediatra era que se sábado ainda tivesse febre deveríamos voltar para reavaliação...
Sábado: sem febre (uhulll!! vencemos!!), mas muitas, muitas pintinhas pelo corpo (ninguém avisou que poderia piorar a semana?? ).
Uma vizinha veio nos visitar, e como mãe mais experiente disse: ROSÉOLA!! Então tenho que ir novamente ao PA? Sim, mãe... novamente...
Fomos e a notícia foi: ROSÉOLA SIM!! E tudo o que aconteceu com ela durante a semana foi causado pelo vírus da Roséola antes da erupção...
E para te ajudar a reconhecer a Roséola, aí vai uma dica de um pediatra...
O que é Roséola Infantil?
Roséola infantil, também conhecida comoexantema súbito, febre dos três dias ou sexta doença, é uma doença infecciosa aguda típica da infância , contagiosa, que afeta lactentes ou crianças pequenas e causa o surgimento de febre alta durante 2 a 3 dias, e, posteriormente uma erupção cutânea (manchinhas na pele) de início súbito, causada por um vírus da família do vírus herpes .
Ela é frequentemente confundida como “alergia a antibióticos”, pois, como gera febre alta e persistente nos primeiros dias, muitas vezes é prescrito antibióticos a criança com Roséola Infantil por médicos inexperientes, ou por pressão da família, no período febril. Como a febre passa espontâneamente em 2 a 3 dias de doença, e, aparece o exantema (manchas), as pessoas atribuem as manchas ao antibiótico e não a doença.
Qual é a idade de aparecimento habitual da Roséola Infantil ?
A Roséola Infantil é uma doença típica da infância, que ocorre quase sempre entre os seis e os doze meses de idade, com alguns casos mais raros no segundo ou terceiro ano de vida. Devido à protecção conferida pelos anticorpos maternos, que atravessam a placenta, a Roséola Infantil é uma doença muito rara antes dos três meses de idade, a partir dos quais há uma perda progressiva desta imunidade, tornando-se a criança susceptível à infecção.
A Roséola Infantil é uma doença contagiosa ?
Sim, a Roséola Infantil transmite-se pelo contacto com outras crianças infectadas . O contacto com vírus dá habitualmente imunidade permanente (protege de novas infecções ), mas há casos , embora raros , de segunda infecção na mesma criança, que parece resultar da reactivação de uma infecção latente .
Ao fim de quanto tempo após o contacto com uma criança com Roséola Infantil aparece a doença , se houver contágio ?
O período que decorre entre o contacto com uma criança infectada e o aparecimento da doença ( período de incubação) é de uma a duas semanas aproximadamente, embora seja difícil de determinar porque os contactos não são fáceis de identificar (pensa-se que o período de maior contágio é o período febril em que ainda não há diagnóstico, porque a febre é o único sintoma).
Quais são as manifestações da Roséola Infantil?
A Roséola Infantil tem um início repentino com o aparecimento de febre alta (39.5º/40.5º), diminuição do apetite e irritabilidade associados à febre, sem outros sintomas. A febre alta mantém-se durante três a quatro dias , havendo um contraste entre a intensidade da temperatura e o aspecto da criança que não aparenta estar gravemente doente, ou seja, ela brinca nos intervalos da febre. Ao terceiro ou quarto dia de doença a febre , até aí elevada, desce rápidamente e desaparece, podendo excepcionalmente manter-se por mais um ou dois dias. Coincidindo com a descida ou desaparecimento da febre surge uma erupção na pele, que se espalha do tronco para o pescoço e para os membros superiores, e, em menor intensidade em face e os membros inferiores. A erupção é constituída por pequeninas manchas de cor rosada (máculas), por vezes ligeiramente salientes (pápulas), que se atenuam com a compressão e desaparece um ou dois dias depois de ter surgido, sem deixar marcas.
A Roséola Infantil tem complicações?
Habitualmente a Roséola Infantil é uma doença de evolução benigna, que cura sem complicações, com exceção para as convulsões que podem ser desencadeadas pela febre elevada, característica da doença (mas aí, tem que haver tendencia da criança e história familia de crises convulsivas febris).
Como se faz o diagnóstico de Roséola Infantil?
O diagnóstico de Roséola Infantil é feito com base nos sintomas e sinais apresentados e coincide em geral com o fim da doença, pois, é o aparecimento da erupção (manchinhas) no momento em que há remissão da febre anteriormente elevada que orienta o médico.
Qual é o tratamento da Róséola Infantil?
O tratamento da Roséola Infantil é apenas sintomático (controle da febre), visando o conforto da criança e a prevenção de eventuais convulsões febris (em crianças predispostas). A aspirina não é administrada a crianças, pois ela aumenta o risco de síndrome de Reye.
Fonte: Blog Dicas do Pediatra Paulo Fontella Filho
E olha ela aí com ROSÉOLA...
Mesmo dodói ela ainda faz essa cara mais linda do mundo!!
Ela acabou de acordar e a novidade é... sumiu tudo!!!
Obrigada Deus!!!
E um agradecimento especial ao meu marido, aos meus pais, amigos e vizinhos pela grande força!!
Abraço,
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Postado por
Deborah Gebran
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